Aproxima-se o dia de elegermos nossos dirigentes. É só atentarmos para as promessas de todos: Melhorar a saúde, a educação e a segurança, prisão para os corruptos, etc.
Vamos por partes: Na minha ínfima compreensão dos atos políticos, o assunto segurança é responsabilidade dos governos federal e estadual, cabendo ao governo municipal buscar a excelência no trato com a saúde e educação básica.
Já dizia um apresentador de televisão que a educação básica é fundamental, que se o aluno ficar na escola em tempo integral, se afasta do seio da violência e droga, que impera principalmente na periferia. Então este seria o ponto forte a ser exposto, prometido e cumprido.
Na saúde precisamos de melhoria contínua, já não basta os agentes de saúde cadastrarem as famílias vinculando-as a um determinado centro, mas sim promover medidas concretas. Cito um exemplo de uma usuária de um posto de saúde que procurou o posto para fazer um curativo feito no pronto socorro e foi informada que esse posto não tinha condições de fazer um simples curativo de um corte no pé... então? o posto está fazendo o que? Só dando emprego? Porque é fato comprovável que o atendimento é abaixo do sofrível, os servidores estão sempre de licença ou simplesmente não comparecem e quando o fazem é de um descaso sem medidas, de um despreparo à toda prova, pondo, em risco a vida de quem procurou ajuda para se curar, ao contrário dos mandamentos de Hipócrates.
Estes, a meu ver, são os pontos que devem ser fortalecidos, além, é claro das questões de saneamento e infraestrutura, mesmo à custa de pedido de favores na cúpula maior dos legisladores da nação, por onde tem que passar todo pedido de verbas para construção de obras afins.
É isso. As questões de ordens morais e legais deveriam ser tratadas no âmbito da justiça, que ela cuide dos casos um a um. Não há, pois, necessidade de que tais fatos façam parte de projetos e planos dos candidatos, pois estes fatos não são projetos de eleição, mas sim caso de polícia e justiça.