Um dia destes recebi umas fotos de uma campanha sobre os riscos da bebida nas estradas. Gostei da forma que foram mostrados os riscos de se dirigir após umas e outras.
Coloco aqui as fotos dos outdoors, espero que não tenha que pagar direitos autorais por esta mãozinha de utilidade
terça-feira, 13 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
visita ao motel - Extraído do site Pilândia.com.br
Girar 180 graus na cadeira erótica, berrando: “Ziiim, ziiim!
Bater na porta da suíte ao lado e perguntar se foi ali que pediram um bacalhau.
Repetir a operação do item anterior nas outras 117 suítes.
Chamar uma garçonete e atender a porta pelado.
Levar um grupo de amigos e sair vendendo tupperware pelos quartos.
Botar o carro na frente do quarto, levar uma mangueira e lavá-lo.
Na entrada do motel, perguntar ao porteiro se ele viu a sua esposa entrando ali com outro.
Levar um megafone e gritar da sua janela: “Rosânia, sua cachorra ordinária, eu sei que você tá aqui, lazarenta!!!”
Levar seu cão dinamarquês, ligar para a recepção e pedir água, camisinhas e ração Bonzo.
Ficar de pé na portaria do motel dando “oi” para os carros que entram.
Abrir as portas do carro dentro da vaga e ligar o som no talo numa música de Bruno e Marrone.
Antes de chegar na recepção, baixar as calças, encaixar o RG no meio das nádegas e entregá-lo a mocinha falando: “Boa-noite, sou um boneco de neve e queria uma suíte com ar condicionado bem geladinho”.
Dizer que é voyeur e pedir um quarto com vista para o quarto dos outros.
Ir desacompanhado e perguntar se a recepcionista não quebraria o seu galho.
Ir com a família inteira até a porta do motel e indagar ao vigia quanto custa o aluguel e condomínio das casas.
Perguntar ao segurança do motel se ele, por acaso, é michê.
Interfonar para a cozinha pedindo um peru e dois ovos.
Ir a pé.
Dizer ao atendente, na portaria, que está com um cadáver no porta-malas e que precisa de ajuda para colocá-lo na cama.
Tirar todos os produtos do frigobar e colocá-los dentro da sauna ligada pra ver o que acontece.
Ligar para a recepção pedindo uma bomba de encher pneu porque sua boneca inflável está vazando.
Antes de sair do quarto, deixar um despacho completo, incluindo galinha preta, charuto e cachaça, ao lado do cama.
Descolar tinta preta, pincel, brocha e promover uma pintura estilo dark na suíte.
Espalhar gel transparente em todo o quarto: lençóis, tela da tevê, frigobar, toalhas, abajures, tapetes, espelhos e paredes.
Levar um filhote de patinho e, ao ir embora, deixá-lo nadando na piscina.
Promover um apagão no motel inteiro jogando o secador ligado na Jacuzzi.
Pagar com tíquete-refeição.
Bater na porta da suíte ao lado e perguntar se foi ali que pediram um bacalhau.
Repetir a operação do item anterior nas outras 117 suítes.
Chamar uma garçonete e atender a porta pelado.
Levar um grupo de amigos e sair vendendo tupperware pelos quartos.
Botar o carro na frente do quarto, levar uma mangueira e lavá-lo.
Na entrada do motel, perguntar ao porteiro se ele viu a sua esposa entrando ali com outro.
Levar um megafone e gritar da sua janela: “Rosânia, sua cachorra ordinária, eu sei que você tá aqui, lazarenta!!!”
Levar seu cão dinamarquês, ligar para a recepção e pedir água, camisinhas e ração Bonzo.
Ficar de pé na portaria do motel dando “oi” para os carros que entram.
Abrir as portas do carro dentro da vaga e ligar o som no talo numa música de Bruno e Marrone.
Antes de chegar na recepção, baixar as calças, encaixar o RG no meio das nádegas e entregá-lo a mocinha falando: “Boa-noite, sou um boneco de neve e queria uma suíte com ar condicionado bem geladinho”.
Dizer que é voyeur e pedir um quarto com vista para o quarto dos outros.
Ir desacompanhado e perguntar se a recepcionista não quebraria o seu galho.
Ir com a família inteira até a porta do motel e indagar ao vigia quanto custa o aluguel e condomínio das casas.
Perguntar ao segurança do motel se ele, por acaso, é michê.
Interfonar para a cozinha pedindo um peru e dois ovos.
Ir a pé.
Dizer ao atendente, na portaria, que está com um cadáver no porta-malas e que precisa de ajuda para colocá-lo na cama.
Tirar todos os produtos do frigobar e colocá-los dentro da sauna ligada pra ver o que acontece.
Ligar para a recepção pedindo uma bomba de encher pneu porque sua boneca inflável está vazando.
Antes de sair do quarto, deixar um despacho completo, incluindo galinha preta, charuto e cachaça, ao lado do cama.
Descolar tinta preta, pincel, brocha e promover uma pintura estilo dark na suíte.
Espalhar gel transparente em todo o quarto: lençóis, tela da tevê, frigobar, toalhas, abajures, tapetes, espelhos e paredes.
Levar um filhote de patinho e, ao ir embora, deixá-lo nadando na piscina.
Promover um apagão no motel inteiro jogando o secador ligado na Jacuzzi.
Pagar com tíquete-refeição.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Atendimento virtual
Já precisou falar com uma atendente de operadora de telefonia?
Este fato ocorreu comigo recentemente, quando precisei saber sobre problemas na recarga de créditos de meu aparelho e não conseguia fazer por débito em conta via internetbank
Este fato ocorreu comigo recentemente, quando precisei saber sobre problemas na recarga de créditos de meu aparelho e não conseguia fazer por débito em conta via internetbank
Sintam o diálogo:
Após a discagem:
No outro lado da linha: “Oi, sou sua atendente virtual, vejo que está discando do número 9876.5432...é para este número que deseja serviço ou informação? responda sim ou não”
Eu: “sim”
Atendente: "Agora fale que serviço ou informação você deseja”
Eu: “Não consigo fazer recarga de crédito do celular”
Atendente: “Não entendi, fale uma das opções a seguir: Assuntos de conta, planos, bônus e promoções,... falar com uma atendente?”
Eu: ”Assuntos de conta”
Atendente: “Agora diga que assunto você deseja serviço ou informação”
Eu: “Não consigo colocar crédito no celular via internet”
Atendente: “Entendi, você deseja informações de como colocar créditos no seu celular via internet”
E segue uma completa explicação de como operacionalizar o serviço, que não me atendeu, visto que o quer eu queria saber era porque não conseguia fazer o serviço via internet e não como fazê-lo
Então arrisquei enquanto a atendente virtual falava coisas que não diziam respeito ao meu problema, falei “Menu principal”
Em seguida a atendente relacionou as opções e eu escolhi: "falar com uma atendente"
E a atendente respondeu: “Entendi, você quer falar com uma atendente”
A atendente: "Então para auxiliar e agilizar o atendimento fale que assunto você deseja falar com a atendente”
Eu: ”Assuntos de conta”
Atendente: “Agora diga que assunto você deseja serviço ou informação”
Eu: “Não consigo colocar crédito no celular via internet”
Atendente: “Entendi, você deseja informações de como colocar créditos no seu celular via internet”
Ai o desespero, não consegui saber por que não conseguia recarregar meu celular e a atendente virtual voltava sempre para a mesma conversa, explicando como fazer.
Como não consegui falar com a atendente "carnal" e antes que tivesse um ataque cardíaco e dissesse uns conhecidos palavrões não entendíveis pela ultra-moderna atendente virtual desliguei o telefone e fui dormir com a santa ignorância típica de quem passou por burro
Hoje descobri, a operadora está desconectada desde ontem com o banco que mantenho conta corrente.Que a informática tem sido a melhor ferramenta para tornar nossa vida mais confortável todos estamos carecas de saber, mas aqui duas coisas acontecem: faltam critérios para entendimento virtual das palavras faladas ou a operadora não tem nenhum interesse que falemos com a atendente “carnal”, em outras palavras ou nós pobres usuários nos contentamos que o serviço “excelente” ou danemo-nos, afinal quem sabe ou pode mais que a máquina?
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